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Os bons princípios da redação

O crescimento da internet como meio de informação e também de manifestação do indivíduo aumentou a necessidade e a oportunidade de ler e, sobretudo, de escrever. Com isso, aumentou também muito o interesse pela prática da boa redação....

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Existe lugar para o livro hoje?

Por bookess | Postado em Novidades | Em 25-08-2010

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O primeiro livro que me lembro de ter ganho foi um Livro da Juventude, uma coleção de histórias, anedotas e outros do Reader’s Digest…

…O livro era de 1968, acho que meu avô o deu para mim  lá por volta de 1983, 84. Consigo ainda lembrar claramente passagens dele, como se o tivesse em mãos agora.

Livros produzem reações que vão além do conteúdo. O toque, o cheiro, o contexto com que você ganha ou compra um livro são parte de uma experiência completa, experiência essa que a modernidade ainda não conseguiu reproduzir. Por isso, ..


Um futuro para o bibliotecário sem os livros impressos

Por bookess | Postado em Novidades | Em 25-08-2010

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Durante a minha formação dediquei minhas pesquisas e exercício profissional a compreender qual seria o papel da Biblioteconomia na sociedade em um mundo sem Bibliotecas.

Durante esta busca, acabei desencantando-me da academia, saí da Biblioteca Especializada em que trabalhei de 2004 a 2007 e comecei a trabalhar com o que acredito ser uma espécie de profissional pós-biblioteconomia.

O que seria este pós-bibliotecário? É um profissional que percebeu que as Bibliotecas são apenas um meio, uma instituição importante que tem por objetivo garantir e preservar a autonomia e intelectual e estimular a colaboração e a formação de comunidades entre os cidadãos. Independente da existência ou não das Bibliotecas, enquanto este ethos for preservado, o importante não será perdido e a profissão continuará encontrando novos caminhos para justificar a sua existência na sociedade. Esta é a minha interpretação sobre o “preservar o cunho liberal e humanista da profissão, fundamentado na liberdade de investigação científica e na dignidade da pessoa humana” no código de ética profissional do Bibliotecário.

De certa forma a Biblioteconomia no Brasil perdeu-se. Na década de 90 ela teve a chance de reinventar-se, mas seguiu um caminho triste. Um dos elementos representativos é a introdução do conceito de Unidades de Informação, como forma de ampliar o escopo de atuação dos Bibibliotecários e Documentalistas – mas que representa técnica sem ethos. Muitos perderam-se (ou encontraram-se) em temas e tendências como Gestão da Informação, Gestão do Conhecimento e Arquitetura da Informação. Alguns mais interessados começaram a buscar a Biblioteca 2.0 – até eu durante a graduação – mas restringiram o buzz 2.0 a ferramentas.

Qual seria o futuro para o Bibliotecário sem os livros impressos? Eu realmente não posso prever em definitivo, mas irei propor algumas alternativas, e apresentar um pouco do caminho profissional que segui, na segunda parte deste post.

Por: Fabiano Caruso

Fonte: http://fabianocaruso.com


Futuro do livro ainda está por ser escrito

Por bookess | Postado em Novidades | Em 25-08-2010

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O dia 20 de julho pode entrar para a história do livro devido a uma marca curiosa. Naquela data, a gigante livraria on-line Amazon anunciou que as vendas de obras para seu leitor digital Kindle haviam superado a comercialização de livros de papel com capa dura nos três meses anteriores. Logo surgiu a pergunta: isso quer dizer que, a curto, médio ou longo prazo os e-books vão destronar o livro em sua clássica apresentação? Não exatamente, segundo John B. Thompson, professor de sociologia da Universidade de Cambridge, autor de obras como Books in the Digital Age (Livros na era digital, ainda inédito no Brasil) e estudioso há três décadas das transformações impostas pela tecnologia ao mercado editorial e aos costumes dos leitores. “Não acredito que vamos passar por uma simples transição do impresso ao digital. Há diversas publicações em papel que continuam sendo úteis a muitas pessoas”, diz Thompson, que esteve no Brasil para participar do Fórum Internacional do Livro Digital, ligado à 21ª Bienal do Livro de São Paulo. Na entrevista a seguir, ele fala sobre a revolução digital que atinge o livro e desafia qualquer um a prever a morte do formato em papel. <!–more–>

Como o senhor analisa a transformação da indústria dos livros?
Vivemos hoje tempos de turbulência no mundo editorial. Por mais de cinco séculos, os métodos e práticas de publicação de livros se mantiveram praticamente inalterados. Agora, o setor enfrenta talvez seu maior desafio desde Gutenberg. Nas duas últimas décadas, a indústria dos livros tem sido moldada por dois processos principais. De um lado, está a transformação econômica em curso, um processo que ganhou força na década de 60 e se acelerou nos últimos anos, levando em conta a consolidação das editoras e do varejo. Por outro lado, houve profundas mudanças tecnológicas associadas à revolução digital, que varreu toda a indústria desde o final dos anos 70, mas que tem afetado intensamente as chamadas indústrias criativas – como filme, televisão, jornais e editoras.

Como o senhor define a revolução digital?
Sou adepto do termo “revolução digital” para aludir à conversão das informações em códigos digitais que permite armazenar, manipular e transmitir essas informações através de tecnologias de vários tipos. Muitos setores da indústria foram transformados pela revolução digital. O segmento criativo, por exemplo, foi afetado profundamente pelo fato de produzir conteúdos que podem ser codificados em formato digital. Em essência, o que acontece quando você procede a digitalização é a separação entre conteúdo e forma. Com o uso crescente das novas tecnologias, a informação ganha diversos formatos em várias plataformas (móveis, por exemplo): ela ganha versões múltiplas que antes não existiam. Então, no tocante ao e-book, é importante lembrar que uma revolução está ocorrendo na indústria editorial, mas é uma revolução no processo e não uma revolução no produto. Isto é o que eu chamo de “revolução escondida”. Será que você realmente quer comprar uma enciclopédia de vários volumes quando pode obter informações precisas em ambientes virtuais?

Em que ritmo se dará a transição do livro impresso para o eletrônico?
Pergunta complexa. Não acredito que vamos passar por uma simples transição do impresso ao digital. Há diversas publicações em papel que continuam sendo úteis a muitas pessoas. E isso corrobora minhas dúvidas sobre o futuro editorial. Cito um exemplo local: hoje já é possível obter uma licença paga para acessar a versão on-line do Dicionário de Inglês Oxford, mas as vendas físicas não caíram. A obra continua a ter um papel importante e um mercado fiel. As vendas de leitores digitais, como o Kindle, crescem desde 2007 e a tendência é que ele se torne popular em vários cantos do mundo – o que não é visto hoje. Trata-se ainda de uma pequena fração de consumidores. A tendência é que esses dispositivos tenham um preço mais acessível à população em geral, mas ainda é muito cedo para dizer como o padrão de leitura irá mudar nos próximos dois a três anos. Muito menos nos próximos cinco anos. E detalhe: não sabemos como as pessoas irão se acostumar com este novo formato. Teremos muitos indivíduos que vão preferir a leitura tradicional impressa.

Então, não é possível prever a morte do livro impresso?
No momento, não é possível conhecer o que nos aguarda. Existem dois grupos neste terreno que discutem o futuro do livro: os entusiastas e os céticos digitais. Trata-se de visões perfeitamente legítimas e com bons argumentos. Mas ressalto: nenhuma me convence sobre o que nos espera nos próximos anos. Os entusiastas acreditam que os dias do tradicional livro estão contados. Usam como argumento o crescimento vertiginoso de e-books. Para este nicho, as obras físicas serão alvo de colecionadores, como os antigos LPs de vinil. Por outro lado, os céticos acreditam que o impresso tem certas qualidades, que são valorizadas por seus leitores, atributo que um e-book não poderá capturar ou reproduzir. Segundo esse grupo, as obras físicas são esteticamente agradáveis de segurar e de leitura extremamente amigável – sem a necessidade da existência de uma tela, sem baterias e com a garantia que você não precisará reiniciar o dispositivo, caso dê algum problema. E, ah, o livro em papel não quebra. Além disso, um livro é mais do que uma peça de tecnologia para a leitura: é um objeto social, que pode ser compartilhado com os outros, emprestado e devolvido, exibido em uma prateleira. Nada disso, dizem os céticos, é possível com o e-book. Ele é puro conteúdo e nunca pode capturar ou reproduzir a materialidade do livro físico. Estamos no meio de uma mudança turbulenta na indústria editorial e ninguém sabe como isso vai se desenvolver nos próximos anos. Quem diz que sabe está enganado. Ainda faltam argumentos plausíveis.

Como as livrarias sobreviveriam, se um dia todas as obras pudessem ser adquiridas pela internet?
As livrarias de tijolo e argamassa propriamente ditas sofrem pressões intensas já há algum tempo. E quanto mais conteúdos de obras impressas forem distribuídos de forma eletrônica, novos questionamentos sobre seu futuro irão surgir. Eu não vejo qualquer perspectiva real para livrarias pequenas, por exemplo. Não há chance de elas realizarem uma estratégia semelhante à Amazon e distribuir o seu próprio e-book. Elas irão trabalhar em conjunto com grandes marcas do setor – e isso não significa o seu desaparecimento. Pelo contrário: dará uma nova perspectiva de geração de receitas. E não podemos esquecer o público conservador, que gosta de avaliar e experimentar obras antes de adquiri-las, procurá-las nas livrarias e conversar com o vendedor de livros sobre as publicações mais recentes.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/futuro-do-livro-ainda-esta-por-ser-escrito-diz-john-b-thompson


IV Simpósio de Literatura Fantástica

Por bookess | Postado em Comunicados | Em 25-08-2010

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O Fantasticon 2010 reúne pessoas interessadas em Literatura Fantástica (ficção científica, fantasia e horror) para que elas possam se encontrar, debater idéias, trocar informações, levantar tendências e se divertir.
A proposta é incentivar o debate e enriquecer o estudo sobre o Fantástico no Brasil. Para isso haverá palestras, mesas-redondas, oficinas, mostra de filmes, exposições, lançamentos, sessões de autógrafos e muita confraternização!

O Fantasticon 2010 é organizado por Silvio Alexandre, em uma realização da Biblioteca Pública Viriato Corrêa, do Sistema Municipal de Bibliotecas e da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Fonte: http://fantasticon.com.br/?page_id=381


Como fazer uma capa inesquecível?

Por bookess | Postado em Dicas | Em 24-08-2010

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A capa do seu livro é o primeiro passo pra impactar os seus leitores.

Quando você pensar em autopublicar o livro, existem alguns detalhes que, se não levados em conta, vão ajudar a sua obra a causar uma boa impressão e a alcançar um maior número de leitores. Uma vez que a primeira impressão num novo leitor é provocada pela capa do livro – e bem sabemos o quão importantes são estes primeiros momentos nas nossas vidas- comece por verificar se tudo está legível e se o título se destaca à distância. A Bookess, por experiência, sabe que os livros que mais vendem através do nosso serviço de Impressão sob Demanda são os que optam por ter imagens do autor, com alguma ilustração ou desenho, e com uma escolha de cores harmoniosa. O resultado ..


Escrever e publicar na Impressão sob Demanda, Podcasting e ferramentas para eBook

Por bookess | Postado em Novidades | Em 24-08-2010

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A indústria editorial está mudando a cada dia.

As publicações impressas tradicionais já não são a melhor opção para autores que procuram uma maneira de compartilhar a sua escrita.

Impressão sob Demanda, eBooks e downloads digitais estão rapidamente se tornando a norma, e qualquer escritor que procura inovar, num ritmo acelerado no século 21, deve estar preparado para considerar estas novas opções de publicação.

A grande vantagem da Impressão sob Demanda Bookess é que os livros são impressos apenas quando uma ordem é colocada, com custo médio menor desde a armazenagem, montagem, distribuição e manuseio.

A Bookess é uma escolha popular para autores que procuram manter um nível de controle sobre o produto final de seus romances, revistas e outros materiais impressos. Agora eles podem comprar várias cópias e vendê-los como bem entenderem, ou permitir que os clientes comprem o livro diretamente do portal da Bookess.

A mudança que a indústria editorial oferece avança de forma emocionante, tanto para os leitores, quanto para os autores. Apesar dos novos meios e métodos de os leitores receberem conteúdo, e a chance de experimentar-antes-de-comprar, e ler em maneiras novas e inovadoras,  os autores podem  se utilizar dessas mesmas ferramentas para atingir um público maior e oferecer seus conteúdos para mais pessoas.


Quantos livros existem no mundo?

Por bookess | Postado em Novidades | Em 24-08-2010

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Quantos livros já foram publicados na história moderna? Segundo cálculos do Google, o número seria 130 milhões de livros, ou 129.864.880 para ser exato.

O gigante das buscas estimou o dado justamente para saber quantos livros precisa escanear a fim de tornar o Google Books a maior e mais completa biblioteca online.

Para chegar ao número, o Google usou definições de livros de diferentes órgãos, como o do ISBN (International Standard Book Numbers),  da Biblioteca do Congresso Americano e do site de buscas de livros WorldCat.

Segundo post publicado no blog Inside Google Books, eles chegaram à definição de um “tome”, que pode ser definido como um volume ou livro grosso. Um “tome” pode possuir milhares de cópias, como um best-seller, ou apenas algumas cópias raras. Edições diferenciadas de uma mesma obra, como capa-dura e papel simples, foram contadas duas vezes.

O número inicial estimado foi de 210 milhões. O primeiro passo do Google foi remover esboços, gravações de áudio, mapas, vídeos com ISBNs, entre outros. Dessa forma, o número caiu para 146 milhões. Na sequência, a empresa removeu 16 milhões de documentos governamentais, chegando aos 129 milhões.

O Google finaliza o post dizendo que o número pode mudar, assim que o sistema de algoritmo que o calculou se tornar mais inteligente. A empresa não informa quando pretende concluir a tarefa.


A poesia concreta completa 54 anos!

Por bookess | Postado em Novidades | Em 24-08-2010

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Em dezembro de 1956 era lançada no Brasil a poesia concreta.

E aconteceu no âmbito da Exposição Nacional de Arte Concreta realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em fevereiro de 1957, a mesma exposição foi transferida para o Rio de Janeiro e realizada, desta vez, no saguão do Ministério da Educação e Cultura. Ao lado de pintores e escultores concretos, o público via pela primeira vez uma nova forma de poesia, exposta em cartazes e chamando atenção pelo aspecto visual como as palavras eram organizadas no espaço branco. Os poetas concretos propunham a superação do verso e o uso de novos recursos expressivos conectados com o mundo contemporâneo. Iniciava-se, assim, o movimento concretista ..


Passos da auto-publicação com sucesso!

Por bookess | Postado em Dicas | Em 23-08-2010

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Etapas maravilhosas a serem vencidas na autopublicação e venda de seus livros:

*Você já escreveu o seu livro e o publicou. Você venceu!
*Finalmente você expôs as suas ideias para o mundo. Tudo aquilo que se passou pela sua cabeça durante anos virou um livro. Você venceu!
*Você conseguiu uma nota no jornal da sua cidade sobre a auto-publicação do livro. Você venceu!
*Você enviou uma cópia do seu livro para a própria sogra. Você venceu!
*Você conseguiu uma entrevista, ao vivo, na programação de uma rádio interessante, e as pessoas lhe fizeram perguntas que você respondeu no ar. Você venceu!
*Você foi convidado a escrever um artigo num blog especializado naquilo que você escreveu. Você venceu!
*Você criou um curso baseado naquilo que escreveu no livro que autopublicou. Você venceu!
*Você conseguiu um espaço na programação cultural da maior livraria de sua cidade e deu uma série de entrevistas sobre o livro. Você venceu!
*O vereador ligado aos assuntos culturais de sua cidade lhe convidou para tomar um café com ele e lhe propôs divulgar o seu livro num evento patrocinado pela Prefeitura. Você venceu!
*O dono da livraria da cidade vizinha à sua descobriu o seu telefone e lhe pediu que você imprimisse algumas cópias de seu livro para que ele os vendesse na livraria. Você venceu!
*Você embalou o seu livro em papel de presente e o deu à sua mãe, e um sorriso de satisfação se instalou no seu rosto, e permaneceu por semanas, só ao lembrar-se do momento em que ela abriu o presente. Você venceu!
*Você enviou uma cópia do seu livro para aquele professor da escola que mais o incentivou. Você venceu!
*Você estava na rua e alguém que não o via fazia muito tempo lhe parou para parabenizá-lo pelo fato de ter autopublicado um livro. Você venceu!


O futuro é virtual, o problema é real

Por bookess | Postado em Novidades | Em 23-08-2010

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Dois historiadores da mesma geração, o inglês Peter Burke, de 73 anos, e o americano Robert Darnton, de 71 anos, discutiram sobre o futuro do livro na era digital, antes que o último participasse de um debate com um historiador mais novo, o inglês John Makinson, de 54 anos, CEO da Penguin Books, na FLIP, que se encerrou no Dia dos Pais, em Paraty. O diagnóstico não foi nada animador para os leitores de livros físicos. Antes que todas as traças do planeta se unam para destruir os livros de papel que restam, o leitor do futuro já estará se comportando como naqueles antigos filmes de ficção onde ninguém mais lia, apenas consultava telas. Para Darnton, essa será uma imagem real e inevitável, o que vai trazer não só uma mudança na relação entre leitor e autor, como a diluição do mesmo num oceano de anônimos.

Não que Darnton considere de todo negativa essa diluição. A autoria, como lembrou no debate, é uma questão burguesa, que surge paradoxalmente com a censura aos livros na república das letras do Iluminismo francês. Era, então, um mundo sem direitos autorais, em que o privilégio de publicar não pertencia ao autor de um texto, mas aos reis, que decidiam o que o cidadão das ruas podia ou não ler. Um livro ..