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Livro eletrônico começa a mudar hábitos de leitura

Por bookess | Postado em Novidades | Em 02-09-2010

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Muitas pessoas que compram livros eletrônicos passam a dedicar mais tempo à leitura, mostram as primeiras pesquisas sobre o assunto, num sinal encorajador para o mercado de livros.

Num estudo com 1.200 donos de leitores de livros eletrônicos nos Estados Unidos, realizado pela Marketing and Research Resources Inc., 40% disseram que passaram a ler mais do que com livros impressos. E 55% dos entrevistados pelo estudo, realizado em maio e financiado pela Sony Corp., que fabrica aparelhos do tipo, acharam que vão usar o aparelho para ler ainda mais livros futuramente. O estudo analisou donos de três aparelhos: o Kindle, da Amazon Inc., o iPad, da Apple Inc., e o Sony Reader.

Embora os leitores eletrônicos ainda sejam um produto de  um nicho que só começou a se espalhar para além dos primeiros usuários, essa nova experiência..


E se você tiver leitores?

Por bookess | Postado em Novidades | Em 02-09-2010

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Sua resposta pode ser: como assim? Meu sonho é ter “o” leitorado. E as reflexões que sugiro começam no seu primeiro leitor. De qualquer forma, seja um ou inúmeros, o seu leitoril não é um elemento móvel apto a receber livro de forma inclinada, para facilitar a leitura. O leitor é uma pessoa com impressões próprias. Vamos lá, caso a caso:

1. Seu primeiro leitor, você nunca esquece ou deve esquecer…

Essa experiência está relacionada ou àquelas observações chatas a tudo que você imaginou ter escrito, ou ao comentário que lhe reconheceu como autor “profissional”. Tanto em uma situação como na outra, se você foi livre para escrever o que desejou, entregue ao outro a mesma independência. Deixe seu leitor viver as experiências dele com a sua obra, apesar de todas as controvérsias.

2. Escrevo para mim…

Uma fala muitas vezes declarada nas mesas de debates. Quando ouvimos isso, observamos a nossa volta e encontramos olhares, transbordando brilho de admiração para o autor do livro recém-começado ou recém-terminado. O que significa que: ou as palavras escritas ainda estão conquistando, ou deixaram tão estonteados de sensações os leitores presentes. São presenças ali, ouvindo você – autor, porque não basta mais saber de sua escrita, tem de procurar outras facetas suas para se identificar e se deslumbrar mais e mais. Será que o depoimento deveria ser: escrevo para você, leitor…

3. Por favor, um autógrafo? Leio tudo o que você escreve….

Isso é usual em eventos, onde autores circulam com seus agentes, editores, produtores ou colegas. Você, ali de passagem ou passeando e pronto: cai um pedido desse nos seus ouvidos. A sua maneira, volta-se para a pessoa e o que acontece? Aparece um papelzinho para guardar sua letra, uma fotocópia do seu último livro, acompanhada da caneta que receberá seu toque, ou a sua glória – seu livro para ser assinado. Não discordo que o contato do leitor aqui gera mais dúvidas do que satisfação de se relacionar… Mas e se for tudo verdade? Sua gratidão a essa suposta “verdade” pode levá-lo a viver das vendas de seus livros, palestras e afins.

4. Falem bem ou falem mal, mas falem de mim…

Seja a imprensa, as redes sociais, alunos… seja quem souber de você e de sua obra. Conforme o veículo ou grupo de pessoas que esteja comentando a seu respeito, muitas vezes nem direito a defesa terá, mas vale a pergunta: como tudo isso começou? Na sua impossibilidade de atender a todos, na sua própria personalidade, na sua mais recente obra, nas suas opiniões, enfim como o amanhã com o hoje repleto de rejeições será? Você pode fazer mais sucesso e até enriquecer. Você pode desaparecer na indiferença ou na negação — tipo: nem vem que não falo e nem escrevo sobre aquele autor.

5. Palestras e eventos sempre atrapalham minha criação; sou escritor, gosto do meu canto e das minhas histórias…

Bom, se você já se pensou assim: optar pelo leitor ou pela criação, então, já não é só você que quer saber de suas histórias. Era você que me garantiu lá em cima que queria “o leitorado”? Pondere agora como vai atendê-lo… Vão pagar para te ver de longe (porque não conseguirão te ouvir de perto)? Só vai a determinados eventos e a outros nem pensar? E se naquele exato local em que não deseja ir nem recebendo nem pagando estiver lhe esperando o comprador da primeira edição inteira de seu livro ou apenas um agente ou editor internacional com a oferta dos seus sonhos ou o repórter do melhor jornal de livros do mundo?

Você tem certeza de que deseja leitores?

Por: Marisa Moura

Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=59613


Doação de livro vira pena alternativa

Por bookess | Postado em Novidades | Em 02-09-2010

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Quem se envolver em crimes leves em Presidente Venceslau, no extremo oeste paulista, terá a chance de optar pelo pagamento de uma pena alternativa inédita no País: a doação de livros infantis para os cerca de 4 mil alunos das 16 escolas municipais. O autor da ideia é o juiz Silas Silva Santos, de 33 anos. A doação substitui outras penas alternativas, como doação de cestas básicas, prestação de serviços comunitários e pagamento de multas. Para escapar de processos, 24 interessados aderiram à proposta do magistrado desde março. Até agora, 14 acusados doaram 648 livros infantis à Secretaria Municipal de Educação. Serão beneficiados os acusados de crimes leves, como calúnia, desacato e lesões corporais leves, condenados a até 2 anos de prisão. “Eu entrego uma lista de livros e ele (acusado) próprio entrega na Secretaria. Nós optamos por transformar essa prestação de serviço no que eu chamaria de cesta de livros. O objetivo é formar bibliotecas municipais”, diz Silva Santos. Quem adere ao programa compra  coleções de livros de vários autores na única livraria da cidade.

Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59653


Quem são os leitores de quadrinhos nos E-Readers?

Por bookess | Postado em Novidades | Em 02-09-2010

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Os quadrinhos digitais estão passando por grandes mudanças. Os distribuidores se preocupam pela perda de clientes. Os editores sonham conseguir novos leitores, ou manter cativos o seu fiel público leitor ( HQ impressa). Mas, como?

Muitos já estão lendo quadrinhos quase que exclusivamente em seus IPads. Mas curioso mesmo é o que se passa na mente das pessoas. Muitos leitores foram cativados ainda durante o Ensino Fundamental. Depois levaram o costume à faculdade, onde tiveram acesso às séries completas, e cada  vez melhor apresentadas graficamente. Um show de desenhos e cores, com histórias cada vez mais surpreendentemente adequadas à realidade.
A maioria que ainda compra as versões em papel esperam ansiosamente pela chegada das últimas novidades.

Mas ler HQ no IPad é outra história.

Dá para sentir a animação. É tudo mais vivo e real! Há um movimento, há maior fluxo de arte entre uma cena e outra. O importante, na HQ de IPad, é imaginar os conteúdos.
Os consumidores de HQ nos IPads estão perdidamente apaixonados por essa nova plataforma. A nova experiência com uma visualização mais dinâmica é prazerosa; os conteúdo online disponíveis também têm melhorado, com paineis de resolução mais alta e  zoom. Só o fato de eles não se preocuparem com a questão do armazenamento, ou da manutenção  compensa, e muito, a mudança da versão em  papel para a de um e-reader.
Os leitores norte-americanos já estão lendo cerca de 20 HQs mensais, com conteúdos disponibilizados pela Marvel Comics, DC, entre outras grandes empresas que optaram pela distribuição deles. Além do fato de, agora, o leitor poder acessar séries completas clássicas, como é o caso do Homem de Ferro, por exemplo.

Versão em papel ou digital, essas coisas são realmente preocupantes. E o mercado tem investido muito nisso.
O fascínio, no final das contas, continua sendo pelo conteúdo, e não pelo aplicativo que torna a história legível. A tecnologia e as ferramentas estão avançando, mas ainda há uma magia em se ter os livros nas mãos, colorido, pesado, pronto para ser lido e guardado na estante.  O IPad (e certamente outros dispositivos similares),  podem tirar vantagem ao não terem de esperar para fazerem grandes mudanças e não ter que armazenar a mídia fisicamente. O mundo quer ler, ouvir, interagir. Mas o mundo não pode  ficar preso a modelos antigos. Há espaço para criar, recriar e seguir em frente.

A Bookess acredita neste novo mundo e aposta na nova geração de quadrinistas.


Pequenos, sim, mas levados a sério

Por bookess | Postado em Novidades | Em 02-09-2010

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Nos congressos de profissionais ligados ao livro para crianças, as sessões menos concorridas são as que apresentam conferencistas falando sobre teoria e crítica, diz o estudioso inglês Peter Hunt, de 65 anos, uma autoridade em literatura infanto-juvenil. Hunt, professor emérito da Universidade Cardiff, pai de quatro filhas, todas grandes leitoras incentivadas por ele, conta que escreveu sua última obra numa época em que um maremoto de teorias cobria as estantes das bibliotecas universitárias britânicas, isto é, no começo de 1990, sete anos antes do fenômeno Harry Potter, que não entraria na lista dos favoritos do professor – ele gosta mais de Rudyard Kipling, Quentin Blake e Arthur Ransome. Hunt, aliás, escreveu seu livro justamente para acabar com a crítica intuitiva e vaga de gente que considera a literatura infantil simples e inferior à destinada ao público adulto.

O professor também sempre desconfiou de pedagogos que lhe recomendavam não deixar os livros para criança cair nas mãos dos departamentos de literatura das universidades, assumindo uma injustificável posição anti-intelectual. Há algo errado com acadêmicos que não consideram a teoria da literatura infantil digna de nota, observa. Esse anti-intelectualismo, diz ele, ultrapassa a fronteira acadêmica para dominar até mesmo as associações e federações de livros para crianças, que influenciam as compras governamentais de obras destinadas a escolares, funcionando às vezes como censores – é histórico o caso da ilustradora alemã Rotraut Susanne Berner, que há três anos, por sugestão de seu editor americano, recusou retirar de seu livro infantil a figura de um homem nu, tendo a publicação suspensa. Num país como o Brasil, em que o governo compra um em cada três livros vendidos pelas editoras, pode-se imaginar as proporções do desastre comercial dessa interferência.

Claro que não sabemos como uma criança lê, se ela o faz como uma experiência literária ou funcional, mas não vejo razão para que os livros de criança recebam menos atenção que uma obra de Shakespeare. Um olhar adulto nem sempre é perfeito para decretar o que vale ou não. Crianças, diz, diferem da norma e isso é o que faz a literatura infantil transgredir sempre. Mesmo não dispondo de instrumentos para analisar a linguagem dos livros, a fantasia da criança é maior, insubordinada.

Um clichê que ele vê finalmente excluído em nossa época, de autores transgressores como Kitty Crowter, é aquele que supõe ser o final feliz desejado pela criança. Ele não é garantia que a obra vá exercer alguma influência positiva sobre ela. Claro, não acho uma boa ideia escrever sobre doenças terminais para o público infantil, responde, ao se referir a livros como Vovô Esqueceu Meu Nome, de Nancy Grünewald, sobre um ancião que sofre do mal de Alzheimer. No entanto, como contar a uma criança sobre o trágico episódio da bomba atômica de Hiroshima?, pergunta. Devemos ou não escrever sobre o assunto? Hunt parece concordar com o acadêmico e terapeuta australiano Huch Crago, defensor da tese de que roteiro, personagem e tema não têm tanta importância quando se discute a experiência literária da criança, que não seria afetada por um final feliz ou escapista. Numa primeira fase de desenvolvimento, alerta Hunt, a criança de fato prefere uma história com desfecho e que a normalidade seja restabelecida. Os clássicos seguem essa norma, particularmente os vitorianos, acrescenta.Mas, em tempos de internet, quando a criança pode interferir nas histórias, controlar o que lê e até mudar um roteiro, a autoridade do autor não é mais a mesma.

Não dá para ser simplista numa questão dessas, mas também não dá para aceitar a linguagem uniformizada que o mercado editorial pretende impor às crianças de hoje, critica, referindo-se aos simulacros de Harry Potter que inundam o mercado há mais de uma década. São os críticos, segundo ele, os culpados por criar um cenário intelectual propício à produção de textos imitadores da saga de Harry Potter escrita pela britânica J. K. Rowling. A escolha das crianças apenas segue a ideologia de quem escreve sobre literatura infantil. Nem mais, nem menos. Ontem foi Harry Potter. Hoje são vampiros assexuados.

Hunt desconfia que uma nova onda moralista, traduzida na revisão de clássicos, vire um tsunami, considerando as “adaptações” que editoras inglesas encomendam a autores de best sellers como Pedro Coelho, de Beatrix Potter (cuja versão original com os desenhos da autora foi lançada no Brasil pela editora Lótus do Saber). Ele lembra que a escritora, morta em 1943, chegou a ser procurada por um editor que lhe sugeriu reescrever seu livro com “palavras simples o bastante para uma criança entender”. A réplica de Beatrix não foi muito educada. Ela, a exemplo de seus leitores, preferiu a anarquia de seus coelhos infernizando a vida de seu Gregório, o horticultor.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100828/not_imp601563,0.php


Tony Blair relata em memórias que recorreu a bebidas para lidar com pressão

Por bookess | Postado em Novidades | Em 01-09-2010

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O ex-premiê britânico Tony Blair revelou, em um livro de memórias que está sendo lançado nesta quarta-feira, que recorreu a bebidas alcoólicas para conseguir relaxar e lidar com as pressões do cargo.

“Uísque puro ou gim e tônica depois da janta, alguns copos de vinho ou até mesmo meia garrafa com a refeição. Nada excessivamente excessivo. Eu tinha limite. Mas eu estava percebendo que a bebida estava virando um amparo ['prop', em inglês]“, escreve Blair no livro A Journey (Uma Jornada, em português).

Tony Blair, do Partido Trabalhista, foi primeiro-ministro da Grã-Bretanha entre 1997 e 2007. Sua chegada ao poder interrompeu 18 anos de governo dos conservadores no país.

Sob a bandeira do New Labour (Novo Trabalhismo, em tradução livre) que pregava uma Terceira Via no debate ideológico entre esquerda e direita, Blair governou a Grã-Bretanha durante a invasão do Iraque, em 2003, que marcou seu governo.

No livro, Blair fala sobre o seu período no poder, a guerra do Iraque e a ascensão dos trabalhistas na Grã-Bretanha, entre outros temas.

Gordon Brown

O livro provocou polêmica, em particular entre os trabalhistas britânicos devido a críticas ao seu sucessor no cargo, Gordon Brown. Os trabalhistas estão escolhendo neste mês quem será o sucessor do ex-premiê Brown na liderança do partido.

Brown renunciou à liderança do partido e ao cargo de primeiro-ministro em maio, quando foi derrotado pelo Partido Conservador de David Cameron em eleições gerais.

Em meio a algumas palavras elogiosas, Blair refere-se a Brown como “enlouquecedor” e diz que sabia que caso seu sucessor não mudasse algumas políticas, seu governo seria “um desastre”.

“Ele era uma pessoa difícil, às vezes enlouquecedora? Sim”, escreve Blair, que em seguida elogia Brown. “Mas ele também era forte, capaz e brilhante, e essas eram qualidades que eu nunca deixei de respeitar.”

Blair ainda diz no livro que Brown, que foi ministro das Finanças do seu governo antes de sucedê-lo como premiê, era um “sujeito estranho” e com “inteligência emocional zero”.

Blair relata que era impossível segurar a ascensão de Brown, já que o político possuía grande base de apoio entre os trabalhistas.

Ele sugere que caso tivesse demitido Brown, “o partido e o governo se desestabilizariam imediatamente e de forma grave, e sua ascensão ao cargo de primeiro-ministro seria talvez até mais rápida”.

Em entrevista à BBC, Blair diz que seu relacionamento com Brown era “francamente difícil, quase impossível”, mas que seu ministro sempre foi também uma fonte de força para o governo.

O porta-voz de Gordon Brown disse que o político não fará nenhum comentário sobre o livro de Blair.

Mas entre os trabalhistas, que estão passando pelo processo de escolha do sucessor de Brown para a liderança do partido, houve muitas críticas a Blair.

“Estou surpresa que Tony Blair não tenha esperado um intervalo maior antes de enfiar a faca em Gordon Brown. Isso não ajuda o partido neste momento”, disse a trabalhista Diane Abbott, que concorre para suceder Brown na liderança do partido.

Um parlamentar trabalhista ligado à Brown disse que “a versão unilateral de Blair” sobre os fatos já era esperada.

Iraque

Sobre a guerra do Iraque, Tony Blair diz que deixar Saddam Hussein no poder no país seria “um risco maior” do que removê-lo do poder.

Blair foi um dos principais defensores da ideia de invadir o Iraque junto com os Estados Unidos, em 2003, para derrubar o regime de Saddam.

“Eu não consigo satisfazer aos desejos nem mesmo de alguns dos meus apoiadores, que gostariam que eu dissesse: [invadir o Iraque] foi um erro, mas um erro cometido de boa-fé. Amigos que se opõem à guerra acham que eu estou sendo teimoso; outros, menos amigáveis, acham que eu sou delirante. A ambos, eu posso dizer: mantenham uma mente aberta”, escreve Blair.

Em suas memórias, Blair reconhece que houve problemas no planejamento da invasão do Iraque. Ele escreve que “nós não antecipamos o papel da Al-Qaeda ou do Irã” no planejamento sobre o que aconteceria depois da invasão.

Ele também falou sobre o seu “sofrimento” com as mortes provocadas pelo conflito na Grã-Bretanha.

“Eu lamento desesperadamente por eles [os soldados mortos], lamento pelas famílias cujo sofrimento foi agravado pela polêmica sobre o porquê de seus amados terem morrido, lamento pela seleção injusta de que quem perdeu a vida.” BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,blair-relata-em-memorias-que-recorreu-a-bebidas-para-lidar-com-pressao,603564,0.htm


Os Dez Escritores Mais Bem Pagos do Mundo

Por bookess | Postado em Novidades | Em 01-09-2010

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James Patterson, autor de thrillers, lidera a lista dos escritores mais bem pagos publicada pela revista Forbes no seu site Forbes.com, cujo estudo se baseia tanto nas receitas das vendas de livros como da venda de direitos de adaptação para cinema e televisão, desde 1 de Junho de 2009 até Junho passado. Patterson surge em primeiro lugar com receitas de 70 milhões de dólares (55,1 milhões de euros). Naquela soma incluem-se o último acordo do escritor de entregar 17 livros até final de 2012 por cerca de 100 milhões de dólares.

Aos 63 anos, Patterson já escreveu mais de meia centena de best sellers e vendeu para cima de 170 milhões de exemplares no mundo inteiro, criando uma marca que alcança Hollywood e engloba a televisão, revistas de banda-desenhada e videojogos.

No top ten dos escritores mais bem pagos figura também Stephanie Meyer, autora da saga Crepúsculo, com 40 milhões de dólares (31,5 milhões de euros) embora sem ter publicado qualquer novo livro no período de tempo considerado pelo estudo da Forbes.

Aparece também o eterno best-seller Stephen King, na terceira posição, com 34 milhões de dólares (26,76 milhões de euros) o que inclui os 8 milhões de dólares que ganhou pelas vendas de obras anteriores já publicadas. O seu último livro, A Cúpula, publicado em Novembro, já vendeu mais de 600 mil cópias. Em Portugal, a Bertrand publicou este mês, daquele autor, a obra Metade Sombria.

Em quarto lugar, surge outra clássica dos best-sellers, a escritora Danielle Steel, que ganhou 32 milhões de dólares (25,2 milhões de euros). Abaixo, aparece o escritor britânico Ken Follett, com 15,7 milhões de euros e cuja aclamada novela de 1989 Os pilares da Terra (publicada em dois volumes pela Editorial Presença) foi adaptada a uma mini-série televisiva nos EUA.

O autor norte-americano Dean Koontz foi o sexto, averbando 18 milhões de dólares (14,2 milhões), enquanto que a autora de romance e aventura Janet Evanovich alcançou os 16 milhões de dólares (12, 6 milhões).

A lista dos dez escritores mais bem pagos do Mundo fica completa com John Grisham (autor de thriller editado pela Temas e Debates), a romântica Nicholas Sparks (Editorial Presença) (e a prolífica britânica J.K.Rowling, autora da saga Harry Potter (Editorial Presença) e que lucrou 10 milhões de dólares no ano passado… sem publicar uma linha!

Fonte: http://jn.sapo.pt/blogs/babel/archive/2010/08/26/os-dez-escritores-mais-bem-pagos-do-mundo.aspx


Projeto leva livros aos pontos de ônibus de Cuiabá

Por bookess | Postado em Novidades | Em 01-09-2010

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Um projeto novo, que pode fazer com que muita gente tenha mais interesse pela leitura foi lançado pela Universidade Federal de Mato Grosso. É o Projeto Inclusão Literária – Leitura e Cidadania, que vai distribuir pelos pontos de ônibus de Cuiabá livros, revistas, gibis e jornais.

Eles ficarão expostos em sacolas plásticas 24 horas por dia e quem quiser passar o tempo, enquanto o ônibus não vem, pode pegar um exemplar. Se a leitura estiver boa, pode levar o livro para a casa. É só anotar seu nome, e-mail ,o título do livro e devolver o exemplar dentro do prazo.

O Inclusão Literária promove ações de incentivo à leitura através de: apresentações em praças públicas, shopping, vilas e comunidades rurais. O teatro, a música, contadores de histórias, feiras de livros, distribuição de livros, oficinas de produção de vídeo, são alguns dos instrumentos de incentivo e iniciação à leitura.

Mais informação pelo telefone (65) 3615-8111.

Fonte: http://www.tosabendo.com/conteudo/noticia-ver.asp?id=38134


Linguagem de internet preocupa educadores

Por bookess | Postado em Novidades | Em 01-09-2010

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Em certa comunidade virtual de adolescentes, abundam erros de ortografia – como “resolvel”, “intão” e “considerá” – e gramática – “ia matar ela”. Para muitos, a internet desponta como vilã dessa narrativa de horror. Especialistas, porém, defendem a rede – ela seria, no máximo, “cúmplice do crime”. “A internet tem mais pontos positivos que negativos; é uma nova forma, muito rápida, de acesso a conhecimento”, diz Maria Teresa de Freitas, professora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e autora do livro Leitura e escrita de adolescentes na internet e na escola (Autêntica). O mundo virtual não está, portanto, na raiz dos problemas dos jovens com a língua portuguesa. “Pesquisas comprovam que o jovem conectado passa mais tempo lendo e escrevendo. Claro que, em sites de relacionamento, a linguagem é abreviada, mais rápida”, afirma Teresa. “Mas essa leitura rápida leva a outras leituras. Ele vai lendo mais e tendo mais acesso ao próprio livro.” O que faltaria, segundo a professora, seria uma boa orientação de como usar a internet por parte das escolas.

Fonte: O Estado de S. Paulo – Luciana Alvarez


7 livros que ferraram a humanidade (ou quase)

Por bookess | Postado em Novidades | Em 01-09-2010

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Quais livros prejudicaram, em vez de ajudar a humanidade?

Teóricos equivocados podem causar grandes prejuízos. Já tivemos livros que incentivavam a matança de mulheres consideradas bruxas, defendiam a inferioridade de certas nacionalidades, diziam que as mulheres eram menos inteligentes que os homens. Com a ajuda de historiadores, listamos 7 livros que, por causa de teorias equivocadas, inspiraram pessoas a cometer atos e sustentar ideias desastrosas.

Os livros não estão em nenhuma ordem particular e, é claro, foi impossível listar todos eles. Clique em Continue lendo ..